Historia Da Internet

Introdução

A internet surgiu em plena guerra fria, criada para fins militares, era a forma de comunicação entre norte-americanos, se caso houvesse ataque de inimigos as outras redes, haveria a comunicação através da internet.

Desenvolvimento da Internet

A população só começou ter acesso a parti da década de 90. Onde na mesma década começou ser utilizada a interface gráfica, world wide web e alguns sites dinâmicos e visualmente interessantes. Para facilitar a navegação pela internet, surgiram várias navegadores. Daí os estudantes passaram a buscar informações para pesquisas escolares, e outros utilizavam como diversão em sites de games. As salas de chat tornaram-se pontos de encontro para um bate-papo virtual. Desempregados começaram busca propostas de emprego pela internet, enviando currículos por e-mail. As empresas descobriam que a internet os ajudariam a melhorar seus lucros e vendas online dispararam.

A febre das redes sociais

As mais famosas são o Orkut e o MSN que ganharam preferência dos brasileiros. Atualmente os navegadores de internet mais usados são?: internet Explore, Ferefoxe e Google Churome.
redes

Retomando à História

Desenvolvida pela empresa ARPA (advanced Research and Projects Agency) em 1969, com o objetivo de conectar os departamentos de pesquisa, esta rede foi batizada com o nome de ARPANET. Mas antes da ARPANET, já existia outra rede que ligava estes departamentos de pesquisas e as bases militares, porém como os EUA estavam em plena guerra fria, e toda a comunicação desta rede passava por um computador central que se encontra no Pentágono, sua comunicação era extremamente vulnerável. Se a antiga URSS resolvesse corta a comunicação da defesa americana, batava lançar uma bomba no Pentágono, e esta comunicação entrava em colapso, tornando os EUA extremamente vulnerável a mais ataques. A ARPANET foi desenvolvida exatamente para evitar isto.
Nos anos 1970, as universidades e outras instituições que faziam trabalhos relativos à defesa tiveram permissão para se conectar à ARPANET. Em 1975, existiam aproximadamente 100 sites. Os pesquisadores que mantinham a ARPANET estudaram como o crescimento alterou o modo como as pessoas usavam a rede. Anteriormente, os pesquisadores haviam presumido que manter a velocidade da ARPANET alta o suficiente seria o maior problema, mas na realidade a maior dificuldade se tornou a manutenção das comunicação entre os computadores (ou interoperação).
No final dos anos 1970, a ARPANET tinha crescido tanto que o seu protocolo de comutação de pacotes original, chamado de Network Controle Protocol (NCP), tornou-se inadequado. Em um sistema de comutação de pacotes, os dados a serem comunicados são divididos em pequenas partes. Essas partes são identificadas de forma a mostra de onde vieram e para onde devem ir,assim como os cartões-postais no sistema postal. Assim também como os cartões-postais, os pacotes possuem um tamanho máximo, e não necessariamente confiáveis.
Os pacotes são enviados de um computador para outro até alcançarem o seu destino. Se algum deles for perdido, ele poderá ser reenviado pelo emissor original. Para eliminar retransmissões desnecessárias, o destinatário confirma o recebimento dos pacotes.
Depois de algumas pesquisas, a ARPANET mudou do NCP para um novo protocolo chamado TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvimento em UNIX. A maior vantagem do TCP/IP era que ele permitia (o que parecia ser na época) o crescimento praticamente ilimitado da rede, além de ser fácil de implementar em uma variedade de plataformas diferentes de hardware de computador.
Nesse momento, a Internet é composta de aproximadamente 50.000 redes internacionais, sendo que mais ou menos a metade delas nos Estados Unidos. A parti de julho de 1995, havia mais de 6 milhões de computadores permanentemente conectados à internet, além de muitos sistemas portáteis e de desktop que ficavam online por apenas alguns momentos. (informações obtidas no Network Wizard Internet Domain Survey, http://www.nw.com).

Internet no Brasil

Só em 1991 que a internet chegou no Brasil, através da rede nacional de pesquisa e o ministério de ciência e tecnologia. Até hoje a RNP é o “backbone” principal e envolve instituições e centros de pesquisa como: FAPESP, FAPEPJ, FAPEMIG, etc, universidades, laboratórios etc.
Em 1994, em 20 de dezembro é que a Embratel lança o serviço experimental a fim de conhecer melhor à internet. Mas só em 1995 é que pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, abre esse setor que era privado para exploração comercial.

Linha do Tempo da Net no Brasil

woman-computer-vintage.jpg

1987

AFAPESP e o LNCC conectaram-se a instituições no EUA.

1988

AUFRJ conetou-se à UCLA.

1990

A RNP(Rede Nacional de Pesquisa) é uma iniciativa do Miniterio da Ciência e Tecnologia (MCT) cujo objetivo é implantar uma moderna infraestrutura de serviços Internet, com abrangência nacional.
Lançamento oficial da RNP que contou com o apoio da Fapesp, Faperj e Faperg sob a coordenação política e orçamentária do CNPq;
Até abril de 1995, a atuação da RNP se restringiu a áreas de interesse da comunicação de educação e pesquisa do País.
Sua missão básica é disseminar o uso da Internet no Brasil,especialmente para fins educacionais e sócias.
A RNP oferece conectividade IP em termos comercias extremamente competitivos em todos os estados do pais.

1991

Apresentação do planejamento de uma forma mais adequada de interconectar os diversos centros de pesquisas do país;
7 de junho: Aprovação da implantação de um Backbone para a RNP, financiada pelo CNPq.
A lentidão e os problemas apresentados no modelo inicial , obrigou o planejamento de uma forma mais adequada de interconectar os diversos centros de pesquisa do país. Este planejamento foi apresentado em 1991 e incluiu:
implantação de novas conexões entre regiões;
aumentado de velocidade nas conexões regionais e em pelo menos uma conexão do país ao exterior;
aumento de redundância em conexões em alguns nodos estratégicos;
estudo e desenvolvimento de projetos de pesquisa que contemplem serviços básicos, protocolos e aplicações em redes;
divulgação de aspecto práticos e técnicos do uso de redes, através de material bibliográfico e/ou eventos da comunidade cientifica;
montagem e divulgação de repositórios de “software” de domínio público ou baixo custo para apoio à pesquisa e desenvolvimento;
promoção de eventos para a discussão de tendência e experimento prática com pacotes e plataformas de desenvolvimento de aplicações em redes;
treinamento de pessoal técnico das instituições de ensino e de pesquisa e desenvolvimento;
articulação política com órgãos de formento à pesquisa, empresas de informática e telecomunicações e instituições de pesquisa e desenvolvimento no Brasil e no exterior.

1992/1993

Implantação de uma espinha dorsal de comunicação, cobrindo a maior parte do país, a velocidade mínima de 9.600 bits por segundo (bps);
Implantação de um conjunto de aplicações em diversas áreas de especialização;
Planejamento para o período 1994/1995 (lograr a efetiva consolidação da rede).

1994/1995

Estados que tinha POP (ponto de presença) oficial da RNP ou um ponto de acesso operado por alguma instituição local e aberta à comunicação de educação e pesquisa na região: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.
As instituições que então se conectaram à RNP ou redes estaduais eram primariamente voltadas para educação, pesquisa ou gestão governamental;
Segundo as estimativas da época, mais de 10.000 hosts estavam interligados em rede no Brasil. Adotada a premissa de que cada host era utilizado pro seis usuários, o número total de usuários ativos era estimados em 60 mil, primariamente para uso acadêmico.

Abril/1995

O Ministério da Comunicações e o Ministério da Ciência e Tecnologia decidiram lançar um esforço comum de implantação de uma rede Internet global e integrada, abrangendo todo tipo de uso. Surgiu, então, o backbone nacional de uso misto (comercial e acadêmico), resultante da expansão e reconfiguração do backbone de uso puramente acadêmico;
Surgiram as bases políticas/estratégicas da Internet/Brasil.
Concepção e implantação de um modelo de serviços Internet no Brasil que assegure: cobertura nacional vasta gama de aplicações, e baixo custo para o usuário final (com papel prioritário reservado à iniciativa privada);
11 empresas no servidor WWW experimental da EMBRATEL.
Nesse novo cenário, a RNP foi chamada a cumprir nova missão, compreendendo:
Operação (continuada) de serviços de alocação de endereços IP e de registro de domínio;
Aderência de todos as iniciativas de redes no país a padrões gerais de engenharia, interconexão, segurança, etc.;
Coleta e disseminação de informações sobre Internet no Brasil;

Maio/1995

Criação do Comitê Gestor Internet, que conta com a participação do MC e MCT, de entidades operadoras e gestoras de espinhas dorsais, de representantes de provedores de acesso ou de informações, de representantes de usuários e da comunicação acadêmica.
passado-presente-e-futuro1.jpg

Atribuições do Comitê Gestor:

Fomentar o desenvolvimento de serviços INTERNET no Brasil;
Recomendar padrões e procedimentos técnicos e operacionais para a INTERNET no Brasil;
Coordenar a atribuição de endereços INTERNET, o registro de nomes de domínios, e a interconexão de espinhas dorsais;
Coletar, organizar e disseminar informações sobre os serviços INTERNET.
Todos os circuitos de 2Mbits/seg correspondentes à parte principal da espinha dorsal da RNP estavam operacionais (previsto para dois meses antes). Apesar disto, ainda estão pendente o aumento de velocidade o instalação de algumas conexões estratégicas para o País, já que RNP é a única espinha dorsal com cobertura realmente nacional.

Como Funciona a Internet

É inconcebível para a maioria das pessoas que nenhum grupo ou organização controle essa ampla rede mundial . A verdade é que não há nenhum gerenciamento centralizado para a Internet. Pelo contrario,é uma reunião de milhares de redes e organizações individuais, cada uma delas é administrada e sustentada por seu próprio usuário. Cada rede colabora com outras redes para dirigir o tráfego da Internet, de modo que as informações possam percorrê-las. Juntas, todas essas redes e organizações formam o mundo conectados da Internet. Diversos grupos orientam o crescimento da Internet ajudando a estabelecer padrões e orientando as pessoas sobre a maneira adequada de usar Internet.
Enquanto essas organizações são importantes como um tipo de “cola” para manter a Internet unida, no coração da Internet estão redes locais individuais. Essas redes podem ser encontradas em empresas privadas, universidades,agências governamentais e serviços comerciais. São fundos separadamente uma das outras através de varias formas, como taxas de usuários, suporte de associados, impostos e doações
As linhas arrendadas que conectam redes podem ser tão simples como uma única linha telefônica ou tão complexas com um cabo de fibra ótica com enlaces de microondas e transmissões de satélites.
Backbones (alicerces) – linha de capacidade extremamente alta – transportam grandes quantidades tráfego da Internet. Esses backbones são sustentados por agências governamentais e por corporações privadas. Com a Internet é uma organização livre, nenhum grupo a controla ou a mantém economicamente. Pelo contrário, muitas organizações privadas, universidades e agências governamentais sustentam ou controlam parte dela. Todos trabalham juntos, numa aliança organizada, livre de democrática. Organizações privadas, variando desde redes domésticas até serviços comerciais e provedores privados da Internet que vendem acesso à Internet. O governo federal sustenta alguns backbones de alta velocidade que transportam o tráfego da Internet pelo país e pelo mundo, através de agências como o National Science Foundation.
Redes regionais fornecem e mantêm acesso dentro de uma área geográfica. Redes regionais podem consistir de pequenas redes e organizações dentro da área que se uniram para oferecer um serviço melhor. Os Centros de informações em Redes (Network Information Centers), ou NICs, ajudam as organizações a utiliza a Internet. O InterNIC, uma organização mantida pela National Science Foundation, auxilia os NICs em seu trabalho. A Internet Society é uma organização privada, sem fins lucrativos, que elabora recomendações tecnológicas e de arquitetura pertinentes à Internet, como sobre como os protocolos TCP/IP e outros protocolos da Internet devem funcionar. Esse órgão orienta a direção da Internet e seu crescimento. Os provedores de serviços da Internet vendem conexões mensais à Internet para as pessoas. Eles controlam seus próprio segmentos da Internet e também podem fornecer conexões de longa distância chamadas backbones. As companhias telefônica também podem fornece conexões de longa distância à Internet.
internet2.jpg